8 de fev de 2011

A Parábola do Cálice

Imagine se sua vida pudesse ser representada por um cálice. E nesse cálice houvesse tudo que você não consegue depositar aos pés da cruz.
Aquele desaforo que você não levou pra casa
Aquela mágoa que você levou
O perdão que não deu e que virou mais um peso
Deposite nesse cálice tudo que está dentro de você que não deveria estar.
A ira que te levou a pecar e magoar pessoas
A culpa pelo pecado que acha que não tem perdão
Imagine isso tudo, um liquido homogêneo e escuro, enchendo o cálice quase que por inteiro.
Enquanto você fica na sua, quieto, nada acontece. Mas aí vem as circunstancias. Aí vem as pessoas, com cálices também. Umas com cálices vazios procurando onde enche-los. Outras com cálices quebrados, e seus cacos nas mãos, sangrando, pedindo ajuda. Elas vem, e no desespero esbarram em você. E o seu cálice, quase cheio de tanta amargura, transborda, deixando escapar para essas pessoas o seu liquido preto, amargo, um tanto quanto venenoso e mortal.
calice A parábola do cálice
Jesus nos convida a lançar sobre Ele nossa ansiedade, e a ir até Ele para receber alívio do nosso cansaço. Seja cansaço de tanto correr atrás do vento, seja cansaço de tanto apanhar da vida, ou cansaço do marasmo do deserto, da espera, da agonia de esperar uma promessa se cumprir, uma porta se abrir, algo milagroso acontecer. O que é que tem enchido esse seu cálice, e o que te impede de lançar isso pra Jesus e seguir leve, esvaziado, pronto pra se encher do Espírito e tudo de bom que Ele traz consigo?
Que da próxima vez que as pessoas trombarem em você, ainda que seja por engano, do seu cálice transborde graça, misericórdia, esperança.
“Aquele que crê em mim do seu interior, fluirão rios de águas vivas” Jo 6.47
Extraido do NÃO MORDA A MAÇA.

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