30 de jul. de 2010

Cão "comunga" em igreja no Canadá..




Não. Claro que não foi "o" cão, mas um cachorro...

Lamentavelmente foi numa igreja Anglicana em Toronto, naquela que é a maior denminação do Canadá.

Sobre forte polêmica, Trapper recebeu a comunhão.Trapper recebeu a "hóstia", a representação do corpo de Cristo, quando estava acompanhado do dono, Donald Keith, que começava a frequentar o templo, onde se admitem animais em cultos.

Segundo informações de O Globo:




"O pastor me deu as boas-vindas e me disse para ir receber a comunhão. Trapper estava comigo, e ele acabou comungando também", contou o canadense ao site "24H", de Vancouver.

"Achei que fosse algo inocente e aquilo me fez pensar na bênção aos animais", acrescentou Keith.

Mas os fiéis não gostaram. Até mesmo católicos resolveram reclamar.


Algumas denominações andaram liberando cultos para cachorro, mas a comunhão foi um erro. A igreja disse que Keith e Trapper continuam bem-vindos ao templo, mas só o primeiro poderá comungar. O problema, segundo a versão oficial, ocorreu com um sacerdote interino. Ou seja, como sempre, botaram a culpa no estagiário!

Fonte:Genizah

Me fez lembrar a época de estagiário...sempre o pepino sobrava pra gente..
Renato Rangel

27 de jul. de 2010

Um Deus Nécrófilo


Muitos de vocês já viram um morto. Não é uma visão aprazível. Por melhor que seja a maquiagem, por mais nova que seja a roupa, e por mais bem ornamentado que esteja o féretro, nada disso é capaz de disfarçar a morte. E ainda que você tenha amado muito a essa pessoa em vida, ninguém está disposto a levar o morto para casa. Em nossa cultura, não embalsamamos os mortos; nós os enterramos, e procedemos assim por entender que a carne humana inerte não vale nada. Depois de mortos, valemos menos que gado (ao menos a carne destes vale alguma coisa).

Ainda lembro da primeira vi o meu rosto através do espelho da graça de Deus. O toque do Espírito Santo no meu coração me fez ver pela primeira vez como eu realmente era (Jo 16.8). Ah... que visão horrível! O que eu contemplei não era um homem enfermo ou mesmo moribundo. Eu me vi morto (Ef 2.1)! O rosto pálido, sombrio. A tez sem vida. O corpo em decomposição, alastrando o cheiro podre da minha extenuação.

Há certas coisas em Deus que jamais vou entender. Nunca entenderei como ele pode oferecer o melhor que ele tinha a fim de redimir o que de pior havia. Realmente não sei o que levou o Filho de Deus a comprar uma legião de mortos, e ainda pagar tão caro! Você me dirá: certamente foi o seu amor, e eu te responderei que não se trata disso. Eu não duvido do amor de Deus; eu me assombro diante desse amor. Que amor é esse? Amor de um vivo por um morto? Como ele pode amar um morto?

E quanto vale um homem morto? Quem entre nós seria capaz de pagar um só centavo por um cadáver em estado de putrefação? Pois Cristo fez isso! Ele pagou o maior preço possível pela pior mercadoria que existe. Esse é o Deus que eu amo: ótimo amante, mas péssimo negociante...

Fonte: Pulpito Cristão

25 de jul. de 2010

Evangelho Tabajara - "Gospel, tá na Moda"


Nesse mundo pósmoderno, se tem algo agradável é a praticidade das coisas. Com um simples clique a gente acessa o mundo todo, tudo é mais rápido, instantâneo.
O que procuramos são soluções instantâneas para os problemas da vida. Negligenciamos um evangelho de cruz, preferimos o evangelho “tabajara”, pode-se até duvidar da sua qualidade, mas a promessa de solução imediata inibi a isso.


O slogan é muito semelhante a esse. “Seus problemas acabaram”.


Arrepender-se? Não, isso é coisa do passado. O negócio é vinde a mim como estais, e pode ficar assim mesmo, desde que você seja um ofertante e dizimista “fiel”.


Não é nada difícil encontrarmos alguém que se diz evangélica Cristã, e ainda assim ter muita “energia” para agitar com seus “cânticos” as promiscuas festas carnavalescas. Esse é o modelo que temos, de pessoas que estão todos os dias nos maios diversos meios veículos de comunicação, professando sua fé em Jesus. Parece que Cristo é simplesmente mais um acessório, como uma bolsa bonita, ou um sapato novo. Afinal de contas até que ser “gospel” tá na moda, não é?


Paulo fala algo, parece até estar vivendo em nossos dias. “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas. Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,”( Felipenses 3: 18 a 20)
O Evangelho genuíno não é um modismo consumista, não é mola propulsora para a fama, nem tampouco é uma religião que traz uma “energia positiva”, que te faz ficar “Zen”.


“Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.”

Que os artistas gospel não sejam nosso modelo de fé e conduta cristã, que esse tais não recebam “adoração", enquanto Jesus é apenas admirado. Jesus nunca buscou fama, riqueza ou levar multidões ao delírio com palavras bonitas.
Suas palavras confrontavam a hipocrisia e religiosidade mentirosa, ao ponto de muitos deixarem de o seguir. Porque a verdade mexe nas feridas do pecado, mas com propósito de curá-las.



(João 6:67,68) - Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.


Pense nisso,


Renato Rangel.

Se realmente não converter a vida do pecador, não levá-lo ao genuíno arrependimento de seus pecados, é só mais evangelho TABAJARA.